Carro que faz fotossíntese é apresentado na China.



Projeto de veículo que absorve dióxido de carbono e libera oxigênio é uma das novidades apresentadas na Expo Xangai 2010

Por Época NEGÓCIOS Online Painéis com células fotovoltaicas são instalados no teto do carro para que absorva energia solar que vai mover o veículo

A foto lembra uma planta, mas na verdade é um carro que vai além dos projetos de automóveis verdes já apresentados pela indústria automobilística. Batizado de YeZ, o veículo é construído com material orgânico e só utiliza energia limpa para se locomover. Mas seu grande diferencial está no processo que o aproxima de uma planta viva.

O carro conta com um dispositivo que permite absorver o dióxido de carbono da atmosfera e transformá-lo em oxigênio, um processo bastante semelhante ao das plantas durante a fotossíntese. Ou seja, em vez de poluir a atmosfera, ele ajuda a “purificar” o ar que respiramos.

O design do automóvel prevê a instalação de painéis solares no teto, que vão alimentar o sistema elétrico da máquina. Além disso, as rodas terão turbinas para capturar e converter energia eólica em eletricidade.

O projeto é da fabricante chinesa SAIC em parceria com as montadoras General Motors (GM) e Volkswagen e está sendo apresentado na Expo Xangai 2010, na China.

Por enquanto, o YeZ ainda é um projeto conceito, mas a expectativa das empresas é que, em breve, ele possa circular pelas ruas das cidades ajudando a limpar a poluição.

O projeto do YeZ prevê que ele utilize o ar que passa pelas rodas para transformar em energia eólica.

retirado do site : epocanegocios.globo.com

Japão lança nesta segunda-feira nave movida pela energia do sol

'Pipa solar' será empurrada pela pressão da luz.

Do G1, em São Paulo


Na época de veículos "verdes", os ônibus espaciais estão indo para o ferro-velho e as primeiras "pipas espaciais" ou "veleiros solares", movidos apenas pelo sol, começam a aparecer.

Nesta segunda-feira, às 18h44 (horário de Brasília), a Agência Espacial Japonesa (Jaxa) tentará lançar o primeiro veículo desse tipo, a sonda Ikaros, que chegará perto de Vênus movida por uma espécie de vela que gera movimento quando se choca com fótons – as partículas que carregam a luz.

Quando chegar ao Espaço, a nave será parecida com um carretel, com a vela toda enrolada. Girando, em algumas semanas o tecido – cerca de dez vezes mais fino que um fio de cabelo – se desdobrará, e o objeto ganhará a forma de um quadrado de 14 metros de lado com uma pequena carga útil no centro. A ideia é que a nave comece sua jornada devagar, mas que ganhe aceleração continuamente.


Para dirigir a "pipa solar", os japoneses prepararam um sistema que aumenta ou diminui a reflexão nas bordas do tecido, fazendo com que um lado ou outro acelere mais. Também será levado a bordo, para testes, um jato propulsor movido a gás e energia solar que consegue mudar a trajetória da sonda.

Como não terá estrutura para sustentar as velas, a nave Ikaros irá contar com a força centrífuga – que faz pressão de dentro para fora – para manter o tecido esticado. Serão colocados quatro pequenos pesos na ponta da vela para puxá-la para fora, e a nave ficará eternamente girando sobre si mesma.

Grande parte da trajetória do Ikaros será paralela à da sonda Akatsuki, que analisará a atmosfera de Vênus e entrará em órbita nesse planeta. A nave solar, contudo, seguirá adiante e dará a volta em torno do sol.

Longas viagens
Como não utilizam combustível, as naves que se movem apenas pela luz são uma grande esperança em viagens especiais muito longas, impossíveis de serem feitas com os foguetes tradicionais.

Duas tentativas de lançar veículos como o Ikaros já foram feitas, mas tiveram problemas no lançamento. No final de 2010, a Planetary Society – uma das maiores ONGs do mundo dedicada à astronomia – pretende colocar no Espaço a sonda LightSail-1, também para testar a tecnologia da "navegação solar".

Em direção ao sol
O nome Ikaros, apesar de ser uma sigla (Interplanetary Kite-craft Accelerated by Radiation Of the Sun ou "Nave-pipa Interplanetária Acelerada pela Radiação do Sol") lembra o personagem da mitologia grega Ícaro.

Segundo a lenda, o jovem alçou voo usando uma asa fabricada com penas e cera, mas se inebriou com a sensação de deixar o chão e chegou perto demais do sol. Suas penas derreteram e ele caiu no mar, morrendo afogado.

Os engenheiros japoneses, é claro, esperam que a história da nave-pipa tenha um final diferente.

retirado do site : http://g1.globo.com/ciencia-e-saude

Escultura com 3.283 capacetes de plástico reciclado bate recorde

Ela tem 10,4 m de comprimento, 7,8 m de largura e 6,1 m de altura.
Escultura foi criada por Rafael Melida e a Universidade de Huelva.



Uma obra feita com 3.283 capacetes fabricados com plástico reciclado entrou em 28 de abril para o Guinness, livro dos recordes, como a maior escultura feita com materiais reciclados. A peça criada por Rafael Melida em conjunto com a Universidade de Huelva, na Espanha, mede 10,4 metros de comprimento, 7,8 metros de largura e 6,1 metros de altura.


Escultura mede 10,4 metros de comprimento, 7,8 metros de largura e 6,1 metros de altura.
retirado do site : g1.globo.com

Carro verde? Só se a Bolívia deixar

O esportivo Tesla: a energia que move o elétrico é armazenada em baterias de íon lítiotecnologia

As maiores reservas mundiais de lítio, um componente essencial das baterias, estão no país de Evo Morales - e ninguém sabe quando e como elas serão exploradas .

José Alberto Gonçalves
Revista Exame - 07/04/2010

As minas de Potosí, no sudoeste da Bolívia, forneceram milhões de toneladas de prata à Espanha nos séculos 16 e 17. Foi graças em grande parte à prata de Potosí que o país ibérico dominou os mares e se tornou a principal potência europeia da época. É também no Departamento de Potosí, uma das regiões mais pobres da Bolívia, que se localiza um dos mais pitorescos cartões-postais do país, a salina de Uyuni, um imenso deserto de sal que contém a maior jazida de lítio da Terra. Essa informação seria apenas mais uma curiosidade geológica se o lítio não fosse hoje um dos recursos naturais mais importantes no combate às mudanças climáticas. O mineral é a principal matéria- prima na fabricação das baterias que hoje equipam celulares, laptops e também os tão falados carros elétricos. Entre 40% e 50% das reservas mundiais do mineral estão localizadas na Bolívia. A maior parte delas ainda não foi explorada - e ninguém sabe dizer com certeza quando e como o será. O governo do presidente Evo Morales provocou alvoroço no mercado de combustíveis ao nacionalizar refinarias e campos de petróleo e gás em 2006. Analistas de energia e da economia verde temem uma situação semelhante em relação ao lítio. Será que a Bolívia vai ser um obstáculo no caminho dos carros elétricos?

Não faz muito tempo que o lítio se tornou um recurso cobiçado pela indústria de baterias. Quando laptops e celulares começaram a ganhar popularidade, ainda eram comuns as baterias feitas com as ligas de níquel e cádmio. Mas essa combinação, além de pouco eficiente, pode representar perigo para a saúde dos consumidores. Por ser um dos metais mais leves da natureza, pouco tóxico e quase totalmente reciclável e por gerar o dobro de energia em relação ao níquel, o lítio foi uma mão na luva. Hoje, a maioria dos eletroeletrônicos, e também os carros elétricos e híbridos, leva baterias com o novo material. "As baterias de lítio podem ser instaladas com impacto mínimo no peso e com pouco ou nenhum comprometimento do espaço para carga no veículo", diz Tom Watson, vice-presidente de tecnologia da divisão de baterias para carros híbridos da americana Johnson Controls.

Entre os desafios enfrentados pelas montadoras para baixar custos e impulsionar de modo mais vigoroso as vendas de carros elétricos e híbridos, dois referem- se diretamente às baterias. Um deles é reduzir os custos das baterias de íons de lítio, que podem representar até metade do custo de um elétrico (a bateria do Volt, híbrido que a GM lançará no final deste ano, custa até 15 000 dólares, quase 40% do preço previsto para o modelo). Para cortar custos, a saída é aumentar a escala de comercialização desses veículos com incentivos fiscais, como já acontece nos Estados Unidos, de modo que permita à indústria ampliar suas linhas de produção de baterias. O outro desafio é diversificar as fontes de fornecimento do lítio. "Nos próximos dez anos ou mais, a demanda poderá ser atendida tranquilamente com as reservas da Argentina e do Chile", avalia Edward R. Anderson, presidente do TRU Group, consultoria americana especializada nos negócios com lítio. E depois? Aí a Bolívia entra em cena.

Segundo o departamento de pesquisas geológicas do governo americano, a salina de Uyuni possui 9 milhões de toneladas de lítio, ou 40% das reservas do planeta, estimadas em 23 milhões de toneladas. Nas contas da Corporação Mineira da Bolívia (Comibol), estatal responsável pelo setor de mineração, as reservas do país podem atingir impressionantes 100 milhões de toneladas. A Bolívia tem recebido nos últimos meses executivos de multinacionais japonesas, como a Mitsubishi e a Sumitomo, da sulcoreana LG e do grupo francês Bolloré, interessados em negociar parcerias com o governo local para exploração e processamento do minério. "As políticas estatizantes que o país pretende aplicar a toda a indústria são um problema grave", diz Carlos Alberto López, ex-ministro boliviano de Energia e consultor da Cambridge Energy Research Associates, um dos mais importantes centros de pesquisas energéticas do mundo.

López parece ter razão quando se toma como referência o episódio da nacionalização do setor de petróleo e gás natural. A situação fomentou uma atmosfera de insegurança jurídica entre potenciais investidores. Novos elementos de insegurança foram adicionados com a aprovação, em 2009, da nova Constituição da Bolívia - que prevê a consulta a grupos indígenas em todas as etapas de instalação de um projeto de extração de recursos naturais em suas terras - e com a decisão do governo de deter 100% do controle da companhia responsável pela extração e pelo processamento do lítio. Mas Morales também tem sua dose de pragmatismo, como observa o cientista político Eduardo Viola, da Universidade de Brasília. "A tendência do governo boliviano é estar numa posição de força para negociar, mas eles não têm capital nem capacidade gerencial para realizar a exploração do lítio em escala significativa. Isso talvez os fará se tornar mais realistas e aceitar participação maior e mais garantida do capital estrangeiro."

Apesar dos investidores internacionais, na Bolívia as expectativas quanto ao potencial econômico do lítio lembram o frenesi causado pelo pré-sal no Brasil. O lítio é um dos principais temas das eleições para governador e prefeito que ocorrerão no início de abril, especialmente no Departamento de Potosí, onde a exploração do metal é vista como a grande esperança de vencer a pobreza e desenvolver a região. Tão substancial se tornou o assunto que, após protestos da população, Evo Morales anulou o decreto que criava a estatal responsável pela exploração do lítio e de outros recursos minerais de Uyuni. A mobilização pressionou Morales a transferir a sede da estatal para Potosí, mas até o momento o presidente não decidiu como resolver a situação. O projeto piloto deve ter início até o fim deste semestre, com produção mensal de 40 toneladas. Já a unidade industrial terá capacidade para produzir anualmente 30 000 toneladas de carbonato de lítio. Sua construção, com investimento previsto de 350 milhões de dólares, deverá ocorrer até 2013, mas dependerá de negociações incertas com bancos multilaterais e de desenvolvimento, entre eles o BNDES. Para convencer os bancos a aprovar o crédito, o governo oferece condições privilegiadas nas negociações para a compra de outros produtos que também serão extraídos de Uyuni, como o potássio. O mineral, abundante na salina boliviana, interessa particularmente aos agricultores, por ser um dos três componentes básicos dos fertilizantes nitrogenados (o Brasil importa 92% do potássio que consome).

Hoje, o lítio usado nas baterias é extraído principalmente de uma reserva no deserto do Atacama, no norte do Chile, e de jazidas localizadas na Argentina, nos Estados Unidos, na Austrália e na China. Dada a existência de poucas fontes do mineral, a indústria de baterias movimenta- se para desde já assegurar matériaprima futura para um mercado que deverá somar até 60 bilhões de dólares em 2020, segundo estudo publicado em janeiro pela consultoria Boston Consulting Group (BCG). A trading Toyota Tsusho, do Japão, fechou acordo em janeiro com a australiana Orocobre Ltd. para assegurar lítio de minas no norte da Argentina, num negócio superior a 100 milhões de dólares. Paralelamente à ampliação do consumo, o perfil da demanda também será cada vez mais dominado pela indústria de baterias. Hoje, elas respondem por 14% da produção. Na próxima década, isso deve passar para 39%, projeta o TRU Group. Uma boa parcela desse incremento será motivada pela maior presença no mercado dos carros elétricos e híbridos com bateria de lítio, que representarão em torno de 20% dos 55 milhões de automóveis comercializados em 2020, segundo estimativa do BCG.

Considere um laptop. De todos os itens envolvidos em sua fabricação - processador, memória, tela, discos rígidos -, o que apresentou menor evolução na última década foi justamente a bateria. Os avanços na composição química e na tecnologia de armazenamento de energia caminham de forma lenta. É provável, portanto, que o lítio seja a solução mais eficiente num futuro próximo. Ou seja: para que os tanques de gasolina sejam substituídos por baterias, o papel da Bolívia será decisivo - para o bem ou para o mal.

retirado do site : planetasustentavel.abril.com.br

Mata Atlântica : Biodiversidade.

Video da 5ª edição do Concurso SOS Mata Atlântica de Fotografia realizado em 2009.

Campanha 2010, Tome uma Atitude!

A UNIÃO FAZ A FORÇA E UMA ATITUDE PODE FAZER A DIFERENÇA.




Você sabia que...

- Mais de um bilhão de pessoas no mundo vive com menos de um dólar por dia;
- Cada dia, morrem, por causa da fome, 24 mil pessoas. 10% das crianças, em países em desenvolvimento, morrem antes de completar cinco anos...
- um terço da população é mal alimentado e outro terço está faminto.
- Que a cada dia 275 mil pessoas começam a passar fome ao redor do mundo. O Brasil é o 9º pais com o maior número de pessoas com fome...
- Atualmente, cerca de 1,2 bilhão de pessoas se encontra no estado de alta pobreza devido às condições climáticas de suas regiões.

Você Sabia?

- Mais de um bilhão de crianças, a metade dos menores do mundo, é castigado pela pobreza, as guerras e a Aids;
- Todos os dias, o HIV/AIDS mata 6.000 pessoas e infecta outras 8.200 .
- Todos os anos, seis milhões de crianças morrem de má nutrição antes de completar cinco anos.
- Cerca de 90 mil crianças e adolescentes são órfãos no Brasil, à espera de uma adoção.
- a escassez de água já atinge 2 bilhões de pessoas. Esse número pode dobrar em 20 anos...

Você Sabia?

- Cerca de 100 milhões de pessoas estão sem teto;
- No Brasil, são 33,9 milhões de pessoas sem casa. Só nas áreas urbanas, são 24 milhões que não possuem habitação adequada ou não têm onde morar.
- Que vinte e cinco milhões de pessoas são dependentes de drogas no mundo;
- Que os indígenas continuam a ser vítimas de assassinatos, violência, discriminação, expulsões forçadas e outras violações de direitos humanos.

Você Sabia?

- Mais de 2,6 bilhões de pessoas não têm saneamento básico e mais de um bilhão continua a usar fontes de água imprópria para o consumo.
- Cinco milhões de pessoas, na sua maioria crianças, morrem todos os anos de doenças relacionadas à qualidade da água.
- No mundo inteiro, 114 milhões de crianças não recebem instrução sequer ao nível básico e 584 milhões de mulheres são analfabetas.

Você Sabia?

- Que é gasto 40 vezes mais dinheiro com cosméticos do que com doações...
- é gasto 10 vezes mais dinheiro com armas do que com educação básica;
- O Brasil é campeão mundial de desmatamento. Em segundo lugar está a Indonésia: 18,7 km2 por ano e, em terceiro, segue o Sudão, com 5,9 km2.
- O país perdeu um campo de futebol a cada dez minutos na Amazônia, nos últimos 20 anos.

...Agora você já sabe.

E vai ficar aí parado? Tome uma atitude.

Milhões de Pessoas em Pobreza Extrema Precisam da sua Ajuda!
Seja Voluntário você Também! Junte-se a nós.

Planeta Voluntários

retirado do site : http://www.planetavoluntarios.com.br/

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GESTÃO AMBIENTAL

Tecnólogo

O tecnólogo em Gestão Ambiental desenvolve projetos para prevenir, reduzir ou eliminar a poluição das águas e a deterioração das matas e do solo. Ele planeja o crescimento de cidades e a ocupação de terrenos. Participa, também, de programas de reciclagem de materiais e de educação ambiental. No setor privado implanta e acompanha projetos de exploração de recursos naturais, empregando métodos e técnicas não poluentes, trata efluentes e dejetos industriais e controla a adoção de normas de proteção ambiental e de tecnologias limpas. Em áreas já degradadas, recupera o solo, implanta sistemas de compostagem e tratamento de lixo e busca soluções para drenar as águas das chuvas, sempre procurando melhorar o desempenho econômico e ambiental dos processos produtivos.


O mercado de trabalho

O cuidado com as questões ambientais demonstrado por várias prefeituras de todo o país, a crescente preocupação em preservar a natureza e reduzir a poluição atmosférica e das águas e o aumento de exportações para países que só aceitam transações com companhias possuidoras de certificação de qualidade, como o ISO 14.000, fazem com que a procura por esse tecnólogo esteja em alta em praticamente todo o território. Os especialistas em planejamento são muito solicitados por indústrias de diversos segmentos. Empresas de consultoria e auditoria também são bons empregadores. Em prefeituras, ele trabalha na recuperação de áreas verdes e de rios. Um campo que está em crescimento é o de educação ambiental. As melhores oportunidades estão nos grandes centros urbanos, em especial nas regiões Sul e Sudeste, por conta da concentração industrial.

O curso

Apresenta muitas matérias teóricas, como ecologia, educação ambiental, saneamento e planejamento urbano, gestão de negócios e empreendedorismo. Mas há também boa carga de aulas práticas em laboratórios de física, química e biologia. Durante todo o curso, o aluno aprenderá a analisar problemas e a desenvolver projetos para a recuperação de ambientes degradados. Um trabalho de conclusão de curso e um estágio de 400 horas são obrigatórios na maioria das escolas. Alguns cursos preparam o estudante para atuar diretamente no tratamento de resíduos industriais.

Duração média: dois anos.

retirado do site : guiadoestudante.abril.com.br

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Estudantes projetam moto BMW híbrida.

Modelo vem com tanque criogênico com 20 litros de hidrogênio




Um grupo de estudantes de design do ICD, em Valeciennes, na França, cria uma moto equipada com uma célula de combustível de hidrogênio e uma bateria de polímero de lítio, que pode ser carregada em uma fonte de energia elétrica.

O projeto carrega o símbolo da BMW e conta com idéias inovadoras. Uma delas é o tanque criogênico usado para armazenar 20 litros de hidrogênio, colocado no lugar do motor. Os 100 Kw de potência são transmitidos por eixo cardã, como na inovadora moto K1 da BMW. Confira abaixo o video do projeto dos estudantes.

confira a moto no video abaixo :


retirado do site : revistaautoesporte.globo.com

Desentupindo os canos

Poluição cano abaixo

Coleta de óleo de cozinha alcança 1,3 milhão de litros por mês, mas isso representa apenas 5% do que é descartado .


Simone Costa
Revista Veja São Paulo

A cada seis meses, a administradora de empresas aposentada Ana Maria Cantarella, síndica de um condomínio residencial na Vila Mariana, precisava mandar desentupir os canos de sua rede de esgoto. Essa situação mudou há um ano, quando ela implantou a coleta de óleo de cozinha. “Todo mês, recolhemos cerca de 20 litros” , conta Ana Maria. “Parece pouco, mas já deu resultado.” Quando vai pelo ralo, a gordura causa estragos.

“Ela funciona como uma cola entre outros dejetos, formando pedras que obstruem a rede”, explica o engenheiro químico Marcelo Morgado, assessor de Meio Ambiente da Sabesp. Apenas 1 litro desse resíduo pode contaminar 25 000 litros de água. Como o condomínio de Ana Maria, cerca de 4 000 prédios recolhem óleo usado atualmente na cidade. Há três anos, eram 400. Apesar do crescimento, esse número ainda é pequeno: estima-se que 1,3 milhão de litros de óleo sejam coletados todo mês na Grande São Paulo, o que corresponde a apenas 5% do total descartado.

Uma das pioneiras na coleta de óleo em São Paulo é a Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro de Cerqueira César (Samorcc). Em 2006, a presidente Célia Marcondes procurou a ONG Trevo, que recolhia o resíduo em estabelecimentos comerciais desde 1992, para implantar a coleta em sua região. “Contamos com o apoio da Sabesp e da prefeitura, mas o poder público deveria ser mais atuante, fazendo campanhas de conscientização”, afirma Célia, que neste ano criou a ONG Ecóleo.

De acordo com Rose Marie Inojosa, diretora da Umapaz, instituição de educação ambiental ligada à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, é preciso agora mostrar à indústria a importância do óleo de cozinha. “ Esse resíduo tem valor comercial. Serve, por exemplo, para a fabricação de sabão, de massa de vidraceiro e de biodiesel”.

Coordenador do Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel) da USP de Ribeirão Preto, o professor Miguel Dabdoub considera que o melhor destino para o resíduo é sua transformação em biodiesel, já que a demanda é crescente. Por lei, o diesel comercializado nos postos deve ter a adição de um porcentual de biodiesel, que a partir de 2010 será de 5%. “O maior problema é que a indústria não está preparada para trabalhar com o material usado, que requer mais conhecimento técnico”, diz.

Atualmente, o Ladetel recolhe cerca de 200 000 litros de óleo por mês, que são transformados em biodiesel destinado à frota do laboratório. A equipe de Dabdoub conseguiu desenvolver um método que transforma 1 litro de óleo residual em 1 litro de biodiesel. Na indústria, a eficiência de transformação é de cerca de 85%. Isso significa que 1 litro de óleo descartado resulta em 850 mililitros de biodiesel.

Ainda assim, se a coleta é feita em larga escala, torna-se viável. ' E engana-se quem pensa que é suficiente descartar o óleo no lixo comum, em garrafas plásticas, no lugar de jogá-lo cano abaixo. Em caso de vazamento, pode haver a contaminação do solo e do lençol freático. Uma boa notícia: em julho, o Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sindipan) lançou uma campanha para que as padarias da cidade deixassem à disposição dos clientes um contêiner para o descarte de óleo. Até agora, 82 desses estabelecimentos aderiram.

ONDE DESCARTAR
Quem mora em casa deve procurar o ecoponto - local para despejo gratuito de dejetos - mais próximo.
Para condomínios, a ONG Trevo vende por 30 reais um recipiente de 50 litros e faz a coleta assim que ela fica cheia.

A relação de padarias com contêineres pode ser acessada no site :

http://www.sindipan.org.br/asp/postosdecoleta.htm



retirado do site : planetasustentavel.abril.com.br

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